terça-feira, 2 de junho de 2026

Dias antes da morte de menino em Costa Barros, Justiça havia decretado prisão de traficante dono de festa da onde teria partido o tiro e de toda a cúpula do crime na Pedreira (TCP)

 


Em meio as suspeitas de que a bala que matou o menino Bento Costa Petillo Benze, de 12 anos, no Morro da Quitanda, em Costa Barros, tenha partido de uma festa, em comemoração ao aniversário do chefe do tráfico de drogas da região, Douglas Oliveira dos Santos, vulgo “Pudim ou Palmeiras, a Justiça decretou no último dia 27 a prisão deste bandido e de outros cinco bandidos que integram a linha de frente do tráfico no Complexo da Pedreira pelo crime de organização criminosa.

O documento revela também a hierarquia do crime no Complexo da Pedreira. A investigação aponta a liderança de Raro (preso) apontado como “dono” da área e responsável por ordens e gestão da organização; a atuação de Coelho como braço armado e segundo na hierarquia; a função de “frente” exercidas por Morcego ou Cego e Menor D, com atuação operacional nas comunidades; a liderança de Neném em grupo armado próprio e de Pudim apontado como responsável pela comunidade da Quitanda.

O inquérito policial apontou a existência de organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas e hierarquia definida, voltada à prática de diversos crimes graves

Sobre a morte de Bento, o tiro atingiu o peito do menino enquanto ele brincava na quadra do condomínio, localizado na Rua Capitão Gouveia.

Bento estava na companhia do irmão, de 13 anos, que presenciou o momento em que ele foi baleado. A comunidade fica a 2 quilômetros de onde o garoto foi atingido.

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