terça-feira, 12 de maio de 2026

Saiba como dois criminosos de Belém, Pará, foram presos com a ajuda das câmeras da prefeitura do Rio de Janeiro


No Pará, o CV tem uma presença histórica e ramificações muito fortes. A investigação que levou à prisão dos dois criminosos de Belém (PA) na Avenida Brasil teve origem em um monitoramento de 30 dias realizado pelo Grupo de Investigações Criminais (GIC) da Polícia Civil.
Os principais pontos da origem do caso são:
Foco em Estelionato: A apuração começou para desarticular uma organização criminosa interestadual especializada em estelionato e furto qualificado mediante fraude.
Atuação no Recreio: Os agentes identificaram que a dupla vinha agindo especificamente em agências bancárias localizadas no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio
Identificação e Alerta: Após o trabalho de inteligência identificar os suspeitos e o veículo utilizado por eles, os dados foram inseridos no sistema Civitas.
Interceptação: O cerco eletrônico disparou um alerta em tempo real quando o carro passou pela Avenida Brasil, permitindo que as equipes da especializada fizessem a abordagem e a prisão em flagrante.
Os criminosos oriundos de Belém (PA), alvos da Operação Estorno em maio de 2026, aplicavam golpes focados em fraudes bancárias e furtos qualificados por meio de engano, tendo como alvos principais idosos e aposentados.
Os métodos específicos identificados pela Polícia Civil incluem:
Fraude em Caixas Eletrônicos: O grupo atuava dentro de agências bancárias (frequentemente no Recreio dos Bandeirantes e na Baixada Fluminense) para realizar furtos mediante fraude diretamente nos terminais de autoatendimento.
Manipulação de Maquininhas de Cartão: Utilizavam máquinas de cartão adulteradas para desviar valores. Em alguns casos, as vítimas passavam um valor, mas o registro real na máquina era superior, ou os dados do cartão eram capturados para clonagem posterior.
Transferências via Pix: Ao obter acesso aos dados ou aparelhos das vítimas, os criminosos realizavam transferências imediatas para contas de "laranjas" para pulverizar o dinheiro e dificultar o rastreio.
Abordagem Direta (Engano): Frequentemente se passavam por pessoas dispostas a ajudar as vítimas (especialmente idosos) com dificuldades nos caixas eletrônicos para observar senhas ou trocar cartões

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