A Polícia Civil investiga o estupro coletivo de uma adolescente de 12 anos na Zona Oeste do Rio. O caso foi registrado na noite de quarta-feira na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Campo Grande. Segundo a polícia, a denúncia foi feita pela mãe da vítima. Os oito envolvidos já foram identificados. Nesta sexta-feira, a Justiça determinou a expedição de mandados de busca e apreensão dos adolescentes.
De acordo com as investigações, o crime aconteceu em abril deste ano. A adolescente teria sido convidada pelo ex-namorado para ir até a casa dele. Ao chegar ao local, encontrou outros sete jovens, que passaram a pressioná-la para manter relações sexuais.
Ao negar o envolvimento, os adolescentes abusaram da jovem mediante violência física e psicológica. O registro que circula nas redes sociais mostra que parte do crime foi gravado por um dos menores que estava na casa. Nas imagens é possível ver ao menos cinco menores assistindo o estupro em um dos cômodos. Um deles ainda dá um tapa na cara da adolescente enquanto outro violenta a garota sexualmente.
De acordo com a polícia, os envolvidos no crime foram responsáveis por disseminar as imagens da violência. Segundo as investigações, eles estariam vendendo o vídeo do estupro por R$ 5 em aplicativos de mensagem. Foi assim que as imagens chegaram a adultos e, posteriormente, à mãe da vítima. Os familiares só descobriram o caso por causa desse compartilhamento, já que a adolescente não havia relatado o ocorrido.
Assim que tomou conhecimento do caso, a mãe procurou a delegacia para registrar a ocorrência. Após a denúncia, a Deam representou pela busca e apreensão dos envolvidos. Outras diligências seguem em andamento para apurar o caso.
Seis adolescentes investigados por participação no estupro coletivo de uma menina de 12 anos foram apreendidos nesta sexta-feira (15) pela Polícia Civil no Rio de Janeiro. O caso aconteceu em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade, e é investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) da região. Segundo a Polícia Civil, outros dois adolescentes envolvidos já haviam sido identificados. Um deles se apresentou à polícia nesta sexta-feira. A Justiça determinou a internação provisória dos oito investigados. A decisão também autorizou a apreensão de celulares e computadores dos adolescentes após surgirem indícios de que o crime teria sido gravado e divulgado nas redes sociais.

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