Felipe Monteiro Marques, baleado na testa por um tiro de fuzil durante operação em que atuava como copiloto em um helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro, morreu neste domingo (17/5) aos 46 anos. O agente estava internado em estado grave após fazer uma cirurgia para retirada de um hematoma na cabeça.
A morte foi confirmada no Instagram de Felipe, administrado pela esposa dele, Keidna Marques. "Hoje nos despedimos de alguém que deixou sua marca por onde passou. Felipe foi um guerreiro do início ao fim, enfrentando cada desafio com coragem, determinação e fé", informou a nota de pesar.
Na sexta-feira (15/5), o perfil de Felipe informou que ele estava internado em estado grave após fazer uma cirurgia para retirada de um hematoma na cabeça, segundo a família. Ele teve alterações no quadro clínico na quinta (14/5) e precisou de medicações muito fortes para estabilização. "A infecção no corpo se agravou e ele está sendo tratado com mais antibióticos", escreveu a esposa, Keidna Marques.
Keidna explicou que os profissionais estavam fazendo o melhor pelo marido, "enquanto ele continuava lutando". "É um momento muito difícil de lidar. Seguimos em oração", concluiu.
O helicóptero da Polícia Civil onde Felipe estava foi alvejado por criminosos enquanto sobrevoava a favela Vila Aliança, na zona oeste do Rio, em março de 2025. O policial levou um tiro de fuzil ao lado direito da testa, que atingiu o crânio dele.
O baleado foi levado ao hospital em estado gravíssimo. No local, os médicos descobriram que ele havia perdido praticamente 40% do crânio. Posteriormente, o agente foi transferido para uma unidade de saúde particular na zona sul do Rio.

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