
'Ela' patrulhando a av. Eng. Souza Filho
Não estou aqui para defender certas coisas , ainda mais quando essas coisas são atividades criminosas. Porém, eu tenho o chamado 'lugar de fala', pois tenho conhecidos, funcionários que moram por ali e eu mesmo circulo com alguma constância na região.
Na Estrada da Barra da Tijuca e na Avenida Engenheiro Souza Filho, no Itanhangá, junto às comunidades da Muzema, Tijuquinha e Vila da Paz podia se circular com tranquilidade, até mesmo com cordão de ouro no pescoço, celular na mão e qualquer outra coisa que demonstrasse estar de posse de algum recurso em espécie.
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Traficantes do CV atirando contra a polícia na Muzema
Pagava-se 'taxa' quem morava ou tinha comércio ali, o que não é nem bom nem correto, porém hoje depois que o Comando Vermelho 'tomou' o domínio destas comunidades do grupo ou grupos que ali atuavam a situação está insustentável. Assaltos, como o de ontem que roubou de um marido a vida de sua esposa, quando os dois estavam em sua moto perto da Tijuquinha e um casal de vagabundos tentou roubar a moto deles, comprada com extremo sacrifício e também usada para o trabalho, o marido desesperado com a possibilidade de perder seu bem se atracou com o assaltante que pilotava a moto, roubada diga-se de passagem, e nisso a vagabunda que estava na garupa do ladrão, 'roubadora' também , sacou uma pistola cal. 9mm atirando nas costas da esposa do trabalhador, matando-a. O povão não conversou e aplicou uma 'coça das boas' no casal de vagabundos que em seguida foi entregue à polícia.

Outra imagem 'dela' patrulhando a av. Eng. Souza Filho
Casas de moradores destas comunidades sofrem furtos constantes, trabalhadores têm seus celulares 'revistados' e são proibidos de usarem camisas da cor preta. E por aí vai... .
O que havia antes não pode ser considerado bom por ninguém de bom senso, mas que hoje nestas três comunidades vive-se um clima de puro terror é incontestável.
E também, quem tem bom senso e conhece estas comunidades e seus moradores sabem muito bem que tenho toda razão no que escrevo aqui. E ponto final.
Segadas Vianna
jornalista
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