quinta-feira, 14 de maio de 2026

Braço-Direito de Fernandinho Beira-Mar tem prisão decretada acusado de mandar espancar e matar PM que entrou por engano em comunidade da zona norte do Rio


 A Justiça decretou recentemente a prisão preventiva do traficante Anderson Sant´Anna da Silva, o Gão, apontado como braço-direito de Fernandinho Beira-Mar, por um homicídio cometido na comunidade do Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, no ano passado.


O crime ocorreu em 22 de março de 2025. A vítima, o PM Everton Pitombeira, teria sido alvejada e espancada por integrantes do tráfico local ao adentrar a comunidade e se deparar com as barricadas de contenção do ponto de venda de drogas conhecido como “Ponto da PV”, localizado na Rua Paulo Viana. O PM entrou por engano no local após seguir orientação do GPS.

Um traficante foi ouvido e detalhou "não só a pirâmide de hierarquia e domínio estabelecida entre os integrantes do tráfico local, no qual também atuava, mas também a autoria e a dinâmica do

Em seu depoimento, o suspeito reconheceu o traficante Fininho, como sendo aquele que executou a vítima, por meio de diversos disparos de arma de fogo, tendo, ainda, desferido chutes em sua cabeça mesmo após executada,


Disse que um traficante conhecido como Wendell como sendo o segurança da boca de fumo da “PV”, sendo o responsável por efetuar diversos disparos de arma de fogo em direção ao carro da vítima.

Além de “Fininho, o suspeito ” apontou, também, Gão como sendo o “dono da comunidade “, a quem competiria a autorização de todas as decisões da localidade,.

Gão responde a outros processos judiciais por tráfico de drogas, associação ao tráfico e homicídio, sendo apontado como braço direito de Fernandinho Beira Mar em várias comunidades sob o domínio do Comando Vermelho

Segundo os autos, ele teria sido o responsável pelas ordens para colocação das barricadas o mais próximo possível das ruas principais, com o objetivo de promover o avanço de seus “domínios”, dinâmica essa que teria resultado no óbito da vítima.


O depoente afirmou ainda que o bandido vulgo MD como sendo o “vapor” da localidade conhecida por “PV”, onde ocorreu o crime, sendo aquele que corre sem camisa, portando uma pistola, logo após o policial militar ser executado, Ele prestaria subordinação ao falecido Luiz Victor Costa Silva de Souza, o VT, e servindo ao Gão tido como patrão da comunidade. Aliado a isso, as investigações indicam que ele seria o indivíduo que, nos registros estaria correndo para o interior da comunidade em fuga do local do fato, portando uma arma de fogo (pistola), trajando bermuda e sem camisa. Além de Gão, Wendell e MD tambem tiveram as prisões preventivas decretadas. Foi determinada a expedição dos mandados de prisão que têm o prazo de 20 (vinte) anos para serem cumpridos.

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