domingo, 3 de maio de 2026

México : A facção Metros do Cartel do Golfo (CDG) sequestrou, executou e queimou os corpos de membros do Grupo Fugitivo, um grupo musical, em Reynosa. Nove pistoleiros foram presos.


Os cinco membros do Grupo Fugitivo, que haviam sido dados como desaparecidos, foram executados pela facção Metros do Cartel do Golfo (CDG), segundo o Procurador-Geral de Tamaulipas, Irving Barrios Mojica. Os músicos foram sequestrados no domingo, 25 de maio, enquanto se dirigiam para um evento para o qual haviam sido contratados. Em uma breve coletiva de imprensa, o Procurador-Geral explicou que os cinco músicos foram sequestrados por volta das 22h do domingo. Na ocasião, eles estavam viajando em um SUV GMS preto para o evento particular para o qual haviam sido contratados no bairro Riveras del Río, em Reynosa, Tamaulipas. Após o sequestro, os membros do grupo musical foram levados para uma propriedade localizada perto do bairro Aquiles Serdán.

Lá, eles foram torturados, executados e seus corpos queimados. Atualmente, peritos forenses e outras autoridades continuam a analisar a cena do crime para coletar provas. "Neste momento, existem elementos que nos permitem presumir que este é o local onde eles foram infelizmente assassinados", afirmou o promotor, acrescentando que a localização do local foi possível graças à análise das câmeras de vigilância C5, bem como a diversas técnicas de análise telefônica.


Em conexão com este trágico acontecimento, nove pistoleiros da facção Metros do Cartel do Golfo (CDG) foram presos por seu envolvimento no assassinato dos cinco membros do Grupo Fugitivo, cujo desaparecimento havia sido comunicado por suas famílias desde 25 de maio.

O procurador-geral do estado, Irving Barrios Mojica, confirmou que os nove detidos são membros da facção Los Metros do Cartel do Golfo. Durante a operação que levou à sua captura, foram apreendidas nove armas de fogo e dois veículos, itens que serão adicionados à investigação. Até o momento, as autoridades afirmaram desconhecer o motivo exato do crime ou as circunstâncias precisas em que os cinco músicos, com idades entre 20 e 40 anos, foram assassinados.

"O local onde os corpos foram encontrados ainda está sendo periciado para que se possam localizar evidências que nos permitam estabelecer, genética e cientificamente, o motivo e as circunstâncias do assassinato dos integrantes do grupo musical Grupo Fugitivo", declarou o promotor, enfatizando a importância do trabalho forense para esclarecer completamente esse trágico acontecimento.


Enquanto a notícia do desaparecimento e posterior descoberta dos corpos de cinco integrantes do Grupo Fugitivo chocou o México, Carlos González, vocalista da banda, sobreviveu após ser sequestrado, torturado, executado e parcialmente queimado por Los Metros, uma facção do Cartel do Golfo, em Reynosa.

"O local onde os corpos foram encontrados ainda está sendo periciado para que se encontrem evidências que nos permitam estabelecer, genética e cientificamente, o motivo e as circunstâncias de como os membros do grupo foram assassinados", afirmou o promotor, enfatizando a importância do trabalho forense para esclarecer completamente esse trágico evento.


Enquanto a notícia do desaparecimento e posterior descoberta dos corpos de cinco integrantes do grupo musical Grupo Fugitivo chocou o México, Carlos González, vocalista do grupo, felizmente sobreviveu após ser sequestrado, torturado, executado e parcialmente queimado por Los Metros, uma facção do Cartel do Golfo, em Reynosa. No domingo, 25 de maio de 2025, Francisco Xavier Vázquez Osorio, Víctor Manuel Garza Cervantes, José Francisco Morales Martínez, Nemesio Antonio Durán Rodríguez e Livan Edyberto Solís de la Rosa se dirigiram a uma apresentação particular no bairro Riberas de Rancho Grande, a leste de Reynosa. Carlos González também deveria se juntar a eles, mas estava atrasado naquele dia e não pôde sair com os companheiros de banda no mesmo veículo.

Um vídeo no Facebook confirma que Carlos de fato esteve com os companheiros de banda antes daquela que seria a última apresentação. No entanto, quando finalmente chegou ao ponto de encontro, o local estava vazio. Carlos encontrou apenas um terreno baldio e, sem conseguir contatar os companheiros, voltou para casa sem saber que, horas antes, haviam partido para um destino fatal.

Na tarde de segunda-feira, a Comissão Estadual de Busca emitiu boletins de ocorrência de pessoas desaparecidas para cinco pessoas: os quatro músicos e Livan Edyberto Solís de la Rosa, o representante legal da banda. Essa discrepância inicial causou confusão. Foi uma das irmãs de Francisco Morales quem, em entrevista, esclareceu a situação: "Disseram que todos estavam desaparecidos, mas um dos vocalistas está a salvo. Na verdade, são cinco pessoas desaparecidas", explicou, confirmando que Carlos González estava ileso. Familiares de Livan Edyberto Solís de la Rosa também especificaram que, embora seu nome não aparecesse nas fotos do grupo, ele estava de fato desaparecido, pois era ele quem geralmente tirava as fotos da banda. O coletivo Amor por los Desaparecidos foi o primeiro a divulgar as identidades e fotografias dos cinco jovens desaparecidos nas redes sociais. A Procuradoria Geral de Tamaulipas informou que os cinco homens, incluindo Francisco Xavier Vázquez Osorio, Víctor Manuel Garza Cervantes, José Francisco Morales Martínez, Nemesio Antonio Durán Rodríguez e Livan Edyberto Solís de la Rosa, viajavam em uma van. Os músicos foram sequestrados em uma caminhonete GMC preta por volta das 22h do dia 25 de maio. A caminhonete foi localizada na terça-feira, 27 de maio, no bairro de La Cañada, embora as marcas do grupo já não fossem visíveis. Graças à análise de imagens de câmeras de vigilância do canal C5 e ao rastreamento de celulares, as autoridades chegaram na quarta-feira a uma propriedade no bairro de Aquiles Serdán, onde encontraram cinco corpos sem vida em uma olaria perto do ejido Los Longoria, às margens do Rio Grande. As investigações iniciais sugerem que as vítimas foram executadas e que houve uma tentativa de queimá-las. A Procuradoria-Geral da República identificou "Los Metros", uma célula criminosa ligada ao Cartel do Golfo e com base em Reynosa, como autora do crime.

Apesar das informações oficiais, as famílias dos músicos questionaram publicamente a Procuradoria-Geral da República, alegando que não foram submetidos a testes de DNA nem foram apresentadas provas conclusivas que confirmem a identidade dos corpos. Eles afirmaram que não foram formalmente notificados da descoberta e solicitaram que as buscas continuem até que resultados científicos verificáveis ​​sejam obtidos. Desde o desaparecimento e posterior descoberta de seus companheiros, Carlos González não fez nenhuma declaração pública. Ele não publicou nada em suas redes sociais, nem compareceu a entrevistas ou eventos comemorativos. Também não há registro de que as autoridades ou a mídia o tenham convocado formalmente para prestar depoimento.

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México : A facção Metros do Cartel do Golfo (CDG) sequestrou, executou e queimou os corpos de membros do Grupo Fugitivo, um grupo musical, em Reynosa. Nove pistoleiros foram presos.

Os cinco membros do Grupo Fugitivo, que haviam sido dados como desaparecidos, foram executados pela facção Metros do Cartel do Golfo (CDG), ...